Fantasias inventando histórias

Primeiro, foi da Frozen. Depois, da Ariel.

Em seguida, as princesas (finalmente!) cansaram e começamos a inventar piratas, fadas, macacos mágicos.

Depois ela se entregou ao calor: queria mesmo era ficar de biquini (mesmo que se dissesse, em alguns momentos, uma vampira).

Fosse como fosse, minha filha passou esses últimos dias brincando de ser personagens. E nós?

Nós ficamos no entorno, dando volume à imaginação com histórias que se encaixassem nas suas fantasias. Nos transformamos em livros sendo escritos em tempo real, meio que por acidente, de maneira totalmente colaborativa. Criamos ondas de sorvete, céus com tempestades tumultuando os vôos das fadas e unicórnios, selvas brilhantes, oceanos de Nutella, torres mágicas, sofás voadores.

E quer saber? Foram histórias sensacionais essas – todas absolutamente diferentes das que costumamos comprar em livrarias. Todas, inclusive, bem mais empolgantes.

A descoberta do Carnaval, ao menos para mim, não poderia ter sido outra: deveríamos deixar as próprias crianças escreverem as histórias. Poucos adultos, afinal, conseguem chegar a um pico imaginativo como o delas!

carnavalbanespa

(Agora, se me dão licença, está na hora de experimentar alguma fantasia nova – o Carnaval só termina amanhã!!!)